TODA FORÇA AO FOME ZERO
O mais recente relatório da Organização das Nações Unidas sobre o Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado recentemente mostra que o Brasil, apesar dos pesares, continua a mudar de cara.
Está ainda entre as dez nações mais desiguais do mundo, mas melhorou. Desde que a ONU criou o IDH, em 1975, o país subiu exatos 16 andares. Agora está na 65ª posição. Um bom salto, mas precisamos de mais.
A leitura do relatório mostra-nos, principalmente, que o país continua a depender, e muito, de iniciativas estratégicas - de longo e médios prazos -, que o façam voltar a crescer. Mas, enquanto o governo, com a parceria de empresários criativos e patriotas, dedica-se a descobrir quais os melhores caminhos a percorer, é preciso também dedicação total aos problemas urgentes.
E o combate à fome é um deles. O principal. Por isso, toda força ao Fome Zero. O programa, que algumas vozes de oposição ao governo insistem em classificar de demagógico, na verdade só merece aplausos. Aliás a própia ONU, no seu relatório sobre o IDH, não lhe poupa elogios. Mostra-o como uma das mais importantes iniciativas mundiais de combate à probreza - uma das oito metas que pretende ver cumpridas até 2015, ao lado da redução da mortalidade infantil e da conquista de melhor qualidade no ensino básico.
De fato, pela primeira vez em toda a História do Brasil, um programa com esse objetivo inova ao aproximar pessoas que têm recursos (empresários, sobretudo) da grande parcela da população brasileira que precisa de ajuda. Milhares e milhares de famílias, nas mais longínquas regiões do país e também na periferia dos grandes centros urbanos. A ONG Apoio Fome Zero, que tem na presidência de honra a primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, é a maior porta para novas contribuições. Mãos à obra, senhoras e senhores.
Fonte: Jornal "FOME ZERO EMPRESARIAL" |
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